Mendoza chega de graça porque seu vínculo com o clube indiano termina este mês - o campeonato, em sua primeira edição, tem apenas oito equipes e três meses de duração. Na Índia ele recebia US$ 45 mil (R$ 120 mil) por mês e o valor do salário também facilitou a negociação.
O atacante jogou na seleção colombiana sub-17 e sub-20 e agora luta para recuperar o tempo perdido e chegar à equipe principal. Sua carreira foi atrasada por um litígio com o Envigado (que era dono de seus direitos econômicos), que só chegou ao fim em setembro, quando ele conseguiu a carta de liberdade com o apoio da Fifa.
Em agosto ele passou uma semana treinando no Parma, mas não pôde ser contratado porque o imbróglio com seu clube na Colômbia não chegou ao fim antes do fechamento da janela de transferências internacionais.
Mendoza terá menos de um mês para convencer que pode ser titular no começo da próxima temporada. Com a possível saída de Malcom, a vaga ao lado do peruano Guerrero está aberta e a pré-temporada pelos Estados Unidos vai definir a nova dupla ofensiva do time.
Caso o jogo seja diante do Once Caldas, o jogo de volta por vaga no grupo da morte será em Manizales, a 2.153 metros. Se for contra o Independiente Santa Fé, será na capital Bogotá, com 2.640 metros acima do nível do mar.
Ciente de que precisará de um treinamento especial para este jogo - o primeiro duelo do mata-mata será no dia 4, no estádio Itaquerão, em São Paulo - o Corinthians até estuda um pedido de adiamento do clássico contra o Palmeiras, marcado para 8 de fevereiro, na Allianz Parque. A diretoria gostaria de passar alguns dias na Colômbia para aclimatação.
Nesta terça o clube comemora dois anos do título mundial ganho no Japão. E para aumentar a festa deve anunciar a volta do técnico Tite.

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